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2011-11-05 | Seminários: Instituições formativas da Igreja em «sintonia» com exigências renovadas na sociedade atual

Secretário de Comissão Episcopal diz que missão do sacerdote não se deve «esgotar» em tarefas organizativas

Lisboa, 05 nov 2011 (Ecclesia) – O secretário da Comissão Episcopal Vocações e Ministérios (CEVM) diz que os objetivos traçados pelas instituições formativas da Igreja Católica em Portugal estão hoje em “sintonia” com as exigências de uma nova evangelização.

“Há uma sintonia não apenas nos aspetos teóricos mas na prática, tem-se feito um percurso bastante interessante para uma prática pastoral renovada que, pelo menos, nos enche de esperança”, realça o padre Jorge Madureira.

Em declarações ao Programa da Igreja Católica na Antena 1, que poderá ser acompanhado este domingo a partir das 06h00, aquele responsável realça que a missão da Igreja, hoje em dia, pede sacerdotes capazes de “construir comunhão”, através da “dedicação à educação da fé, a atenção às várias gerações e situações humanas”.

Apesar de as paróquias exigirem cada vez mais um grande esforço “organizativo” da parte de quem lidera, isso “não pode de maneira nenhuma esgotar a energia do sacerdote”, sublinha.

Foi com base nesta preocupação que a CEVM dedicou a Semana dos Seminários à temática da formação.

De 6 a 13 de novembro, os cristãos são convidados a olharem para o “essencial da existência dos seminários”, enquanto “comunidades que continuam a experiência que Jesus realizou com os discípulos, que chamou e formou”.

O guião da Semana, intitulado “formar pastores consagrados totalmente a Deus e ao seu Povo”, desafia a comunidade em geral a tomar parte na descoberta, desenvolvimento e formação adequada dos sacerdotes e diáconos, através da oração e evangelização.

Segundo o padre Jorge Madureira, o importante é que cada cristão se sinta “destinatário desta preocupação” da Igreja, para que depois possa ser “sementeira” de vocações.

Ao criarem um “ambiente propício” para o acolhimento e acompanhamento da proposta vocacional, junto de crianças e adolescentes, jovens e adultos, as comunidades cristãs estarão também a contribuir para um “esforço renovado de evangelização”, assinala.

Fonte: Agência Ecclesia

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