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2015-04-09 | Solidariedade: Peditório nacional da Cáritas rendeu cerca de 300 mil euros

Presidente da organização católica destaca apoio dos portugueses «apesar das dificuldades financeiras» do país

Cáritas Portuguesa
Cáritas Portuguesa

Lisboa, 08 abr 2015 (Ecclesia) - A Cáritas Portuguesa recolheu cerca de 300 mil euros no seu peditório nacional deste ano, que decorreu entre 5 e 8 de março, um montante que representa uma diminuição de 8,5 por cento face a 2014, revelou hoje a instituição.

O montante angariado, no total de 300098,92 euros, “destina-se exclusivamente ao apoio social prestado pelas Cáritas Diocesanas”, refere um comunicado da organização católica para a solidariedade, enviado hoje à Agência ECCLESIA.

O peditório público nacional foi realizado no âmbito da Semana Nacional da Cáritas, que teve este ano como tema ‘Num só coração, uma só família humana’.

Para Eugénio Fonseca, presidente da Cáritas, a iniciativa mostrou “que, apesar das dificuldades financeiras que o país atravessa, os portugueses continuam a contribuir para ajudar quem mais precisa”.

O responsável pela instituição, a nível nacional, manifesta o seu “agradecimento aos cidadãos portugueses” em nome das famílias carenciadas, por “mais uma vez” terem dado mostras da sua solidariedade.

Este peditório contou com a colaboração de mais de 4 mil voluntários espalhados pelo território nacional e ilhas.

A Cáritas Portuguesa é uma instituição oficial da Conferência Episcopal Portuguesa, vocacionada para a promoção e dinamização da ação social da Igreja, constituída por 20 Cáritas Diocesanas e grupos locais de atuação de proximidade, com a colaboração de profissionais e voluntários.

Em 2014 a organização apoiou mais de 160000 pessoas, integrados em 63059 agregados familiares e sublinha que tudo continuará a fazer “para cumprir a sua missão de ser instrumento de desenvolvimento humano e de defesa do bem comum”.

Entre outras áreas, a Cáritas Portuguesa está empenhada na luta contra a exclusão social, em especial no apoio às minorias étnicas, comunidades de imigrantes e suas famílias, toxicodependentes, seropositivos e alcoólicos.

Intervém também na implementação de programas de apoio materno-infantil, infanto-juvenil, de terceira idade, e de mulheres vítimas de violência doméstica.

Fonte: Agência Ecclesia

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