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2011-10-21 | Igreja: Dia Mundial das Missões convida ao voluntariado

Cristãos são chamados a reforçar solidariedade, partilha da fé e cooperação internacional

Lisboa, 19 out 2011 (Ecclesia) – A Igreja Católica celebra no próximo domingo o 85.º Dia Mundial das Missões, apelando às suas comunidades para uma maior cooperação e solidariedade junto das populações mais desfavorecidas.

A prioridade foi definida por Bento XVI na sua mensagem para as comemorações deste ano, intitulada ‘Assim como o Pai me enviou, também eu vos envio a vós’, reforçada através do guião que as Obras Missionárias Pontifícias (OMP) prepararam para outubro, denominado como o ‘mês missionário’.

“Promover a participação ativa em ações e campanhas que visem a dignidade de todas as pessoas” e “criar uma consciência viva de solidariedade” estão entre as principais preocupações apresentadas pelas OMP.

O documento propõe também “atitudes e gestos que levem a um maior espírito de abertura, diálogo, colaboração e compreensão entre as pessoas, grupos e comunidades”.

Por entre sugestões de “oração paroquial, comunitária, familiar e pessoal”, orientadas para “preocupações universais”, os institutos missionários recordam o Ano Internacional do Voluntariado que está a decorrer.

Num texto assinado por Fernanda Freitas, coordenadora desta iniciativa, “jovens, adultos, seniores, em Portugal ou lá fora, em áreas diversas como o ambiente, o desporto e a cultura” são chamados a adotar o voluntariado como missão e a “fazerem a diferença”.

Destaque também para uma referência aos 25 anos do encontro de João Paulo II com diversos líderes religiosos, na cidade italiana de Assis, para afirmar que a paz e o diálogo entre culturas e religiões deve ser uma “responsabilidade” da Igreja Católica de hoje.

O 85º Dia Mundial das Missões surge também como uma oportunidade de “ajuda para o desenvolvimento das tarefas de evangelização nos territórios de missão”.

Nesse sentido, no próximo domingo será realizado um peditório, em todas as dioceses e paróquias, que irá reverter a favor de diversos projetos missionários, em solo nacional e além-fronteiras.

Segundo o Papa, a Igreja e os cristãos não podem ficar tranquilos ao saberem que “após dois mil anos ainda existem povos que não conhecem Deus e não escutaram a sua mensagem de salvação”.

Falando em “mutação cultural, alimentada pela globalização, por movimentos de pensamento e pelo relativismo imperante”, Bento XVI critica uma “mentalidade e um estilo de vida que prescindem da mensagem evangélica, como se Deus não existisse”.

Fonte: Agência Ecclesia

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