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2012-02-16 | Porto: Igreja Católica promove segundo encontro com artistas

D. Manuel Clemente é um dos intervenientes na iniciativa intitulada «A Arte como transfiguração, nestes dias últimos»

Porto, 16 fev 2012 (Ecclesia) – O bispo do Porto, D. Manuel Clemente, é um dos intervenientes no segundo encontro com artistas que a diocese realiza hoje, dedicado ao tema “A Arte como transfiguração, nestes dias últimos”.

A sessão que decorre no auditório da Casa Episcopal inclui uma mesa-redonda com a presença de Victor Costa, pintor e artista plástico, e Álvaro Domingues, geógrafo e professor na Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto, refere o site da diocese do Porto.

No painel participa igualmente José Rui Teixeira, poeta, teólogo, investigador do Centro de Estudos do Pensamento Português da Universidade Católica Portuguesa e membro do Secretariado Diocesano da Pastoral da Cultura, que organiza a sessão.

A iniciativa começa às 17h15 com a saudação do diretor da Pastoral da Cultura da diocese portuense, Joaquim Azevedo, prossegue às 17h30 com a mesa-redonda e debate, concluindo-se às 19h00 com a intervenção do bispo do Porto e Prémio Pessoa 2009.

“A arte é, a um tempo, figuração e transfiguração: evoca o mistério do mundo e gera um encontro pessoal com esse mesmo mistério, encontro este que é sempre um apelo, o início de uma nova leitura, de um incontido fascínio”, escreve Joaquim Azevedo no blogue do Secretariado Diocesano da Pastoral da Cultura.

No texto de enquadramento do encontro, o responsável refere que a arte é um “caminho” que pode contribuir “para que tudo recue” e permaneça como está ou para derrubar o “ensimesmamento” e a “guerra” da época atual, abrindo-a a “outro tempo, de relação e de beleza”, que não é “necessariamente bonita, mas que é ‘o esplendor da verdade’”.

“É urgente falarmos do que não vemos quando olhamos o que vemos e fazer disso a motivação de uma outra relação, de um novo encontro, uns com os outros e com todos”, assinala Joaquim Azevedo, acrescentando que “a arte cria e recria, corta e dilacera, destrói e reconstrói, abre os olhos e os sentidos para outras palavras, outros gestos e outros sentidos”.

Fonte: Agência Ecclesia

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